since 5764

tintos,brancos,secos,suaves...
histórias e vinhos para todos os gostos.
Importante: Leia sem moderação


História do mundo em seis copos- Como seis bebidas... Zahar
R$-44,00
 

Tintos e brancos, o, 2006,Marco Zero
R$-119,00
 


 
Como ler la etiqueta de un vino,2000,
R$-45,50
 



Vinho e comida, Companhia das Letras,2000,
R$-92,00  


 
1001 vinhos para beber antes de morrer, 2008, Sextante, R$-59,90


A arte de degustar o vinho, 2007, Ibep,
R$-70,00


Casa Mondavi, ascensão e queda de uma dinastia do vinho, 2009,
R$-56,00


Comida e vinho, 2008, Senac,
R$-47,00
 



Curiosidades sobre o vinho, 2005, Price,
R$-52,00



Enciclopedia do Vinho, 2009, Ediouro,
R$-59,90



Enograstronomia, a arte de harmonizar cardapios e vinhos, 2005, Senac, R$-59,00



 Guia de vinhos de Portugal, 2007, Presença,
R$-58,00

 
Guia Ilustrado de vinhos do mundo todo, Zahar, 2008,
R$-79,90



Guia ilustrado de vinhos franceses, Zahar, 2008,
R$-59,00



A história do vinho, Hugh Johnson, 2009,
R$-169,00



Le cordon bleu-vinhos, 2001, Marco Zero,
R$-159,00



O livro do vinho, 2008, Publifolha,
R$-R$-69,90


 
Manual didatico do vinho,2008, Anhembi-Morumbi,
R$-89,00


 
Não entendo muito de vinho mas sei do que gosto, Sextante, 2007,
R$-19,90


O que é Enologia ? Col Primeiros Passos, 2008,
R$-19,00


 
O assunto é vinho, 2008, Saraiva,
R$-32,00



O vinho na era da técnica e da informação, 2008, Autêntica,
R$-46,00



 Pequeno livro do vinho- um guia para toda hora,2006, Verus,
R$-16,90


Um só vinho,Larrousse do Brasil, 2008,
R$-49,90

uma tabelinha muito útil para quem está começando...

    Bardolino
    Beaujolais
    Bordeaux
    Borgonha
    Cabernet Sauvignon
    Chablis
    Chardonnay
    Chianti
    Merlot
    Mosel
    Pinot Grigio
    Pinot noir
    Porto
    Rhine
    Riesling
    Rioja
    Sancerre
    Sauternes
    Sauvignon Blanc
    Xerez
    Syrah/ Shiraz
    Valpolicella
    Zinfandel

    Itália
    França
    França
    França
    Viticultura
    França
    Viticultura
    Itália
    Viticultura
    Alemanha
    Viticultura
    Viticultura
    Portugal
    Alemanha
    Viticultura
    Espanha
    França
    França
    Viticultura
    Espanha
    Viticultura
    Itália
    Viticultura

    tinto
    tinto
    tinto ou branco
    tinto ou branco
    tinto
    branco
    branco
    tinto
    tinto
    branco
    branco
    tinto
    tinto
    branco
    branco
    tinto ou branco
    branco
    branco
    branco
    branco
    tinto
    tinto
    tinto ou rosado

você sabia que...
uma taça de vinho tinto têm aproximadamente 110 calorias contra 105 de uma taça de vinho branco ? Quanto mais doce o vinho, mais calórico ele é.

 


 

Um pouco sobre vinhos para quem quer aprender...

Vinho é uma bebida obtida por fermentação total ou parcial da uva fresca, ou do sumo da uva fresca (mosto). A palavra vinho também pode ser aplicada a bebidas feitas de outras frutas, vegetais, ervas e até flores, mas usada sozinha aplica-se apenas ao produto que tem a uva como matéria-prima.
Pela importância que adquiriu em muitas regiões do mundo, o vinho tornou-se objeto de uma ciência específica, a enologia, dedicada ao estudo de composição, qualidade, características e processos para sua elaboração. A área dedicada ao cultivo da videira aumentou de forma notável na segunda metade do século 20, sobretudo em certas áreas do hemisfério sul.
De acordo com a cor, o vinho pode ser tinto, rosado, clarete (ou palhete) e branco; conforme o sabor, pode ser doce, semi-seco ou seco. Os vinhos doces contêm altas porcentagens de açúcar, enquanto os secos têm pouco ou nenhum açúcar, embora não sejam amargos.
Outra classificação freqüente distingue, de maneira geral, vinhos comuns e especiais. Comuns são os vinhos maduros ou verdes, resultantes da fermentação normal do mosto, entre os quais se incluem os vinhos oficialmente classificados, nos países produtores ou de consumo tradicional, como de consumo -- de mesa -- ou como típicos.
Os vinhos especiais compreendem os licorosos, aqueles de elevado teor alcoólico, provenientes de mostos cuja fermentação foi interrompida por adição de aguardente vínica ou de álcool vínico; os doces de mesa, de teor alcoólico igual ou inferior a 14°; os espumantes naturais, cuja efervescência resulta de uma segunda fermentação alcoólica em garrafa ou outro recipiente fechado, produzida por processos tecnológicos clássicos; e os espumantes gaseificados, cuja efervescência é produzida por adição de gás carbônico puro, com aparelhagem adequada.
É provável que o vinho tenha surgido no sul da Ásia, de onde se estendeu à Europa e ao Extremo Oriente. O cultivo da videira foi abandonado no Japão, na China e em boa parte dos países muçulmanos por motivos religiosos e sociais, mas floresceu na Grécia e em Roma.
Os romanos difundiram a videira por seu império, em especial na Hispânia e na Gália, onde pela primeira vez se utilizou o tonel para armazenar e conservar o vinho. Mais tarde, como efeito da expansão colonial européia, a cultura da vinha chegou a longínquas regiões, onde quer que a favorecessem a natureza do solo e as condições climáticas.
 Na Idade Média, a produção e a qualidade do vinho decaíram muito. Devido à necessidade de vinho para o serviço religioso, o cuidado da vinha era uma preocupação particularmente eclesiástica.
O posterior reaparecimento de vinhos e vinhedos de reconhecida qualidade esteve sempre associado à iniciativa de monges ou de monarcas especialmente devotados à igreja. Atribui-se a Carlos Magno o plantio de famosos vinhedos do Reno e da Borgonha, mas somente a partir do século 12 teve início o plantio de grandes áreas e a ampliação do mercado do pro
duto.
Devido à precariedade dos transportes medievais, os parreirais tinham que se localizar às margens dos rios; os vinhos mais famosos originaram-se de terras ao longo do Reno, Garonne e Loire.
O uso de garrafas e rolhas para vinho tornou-se comum por volta do final do século 17 e resultou em grande parte do trabalho de D. Pierre Pérignon, da abadia de Hautvillers, que é tido por criador do champanha.
Outra mudança importante foi a descoberta acidental, em 1775, de que as uvas apodrecidas nas videiras produziam doçura e buquê inimitáveis. Na década de 1750, os produtores da ilha da Madeira passaram a fortalecer seus vinhos com o acréscimo de conhaque, processo essencial para a manufatura e maturação de quase todos os vinhos generosos, que se bebem fora das refeições ou à sobremesa 

 

 DOCG - Denominação de origem controlada e garantida
Designação atribuída a vinhos cuja produção está tradicionalmente ligada a uma região geograficamente delimitada e sujeita a um conjunto de regras consignadas em legislação própria (características dos solos, castas recomendadas e autorizadas, práticas de vinificação, teor alcoólico, tempo de estágio, etc.). Na prática, obtiveram este estatuto as mais antigas regiões produtoras deste tipo de vinhos. Um selo cor de rosa colado verticalmente na garrafa, é a identificação do selo de qualidade do vinho.

Vinhos & Cia - Submarino.com.br

e sua composição...

Além dos principais componentes -- água, açúcar e álcool etílico -- mais de quatro centenas de constituintes conhecidos entram na complexa composição do vinho e contribuem para seu sabor, aroma e cor. O álcool etílico resulta da fermentação da levedura ao atuar sobre o açúcar do mosto de uva. Estão presentes ainda diferentes ácidos orgânicos, como o málico, o tartárico, o acético e o cítrico, em proporções que podem chegar a 1,5% e que dão ao vinho características de acidez variáveis segundo o processo de fabricação. Existem ainda açúcares, como a glicose e a frutose, em quantidade variável, segundo o vinho seja seco (pequena proporção de elementos açucarados), semi-seco ou doce (alta proporção de carboidratos); glicerina, que não ultrapassa 1,5%; componentes voláteis, como diversos tipos de éter e compostos fenólicos que conferem ao vinho sua cor e influem em seu sabor; minerais, como o potássio e o cálcio; sulfatos; substâncias nitrogenadas (proteínas e peptídios, que dão suavidade e viscosidade ao caldo); e vitaminas, principalmente do complexo B.
 Essas substâncias conferem ao vinho qualidades que dependem também do tipo de mosto, do tempo de maturação, da videira de que procedem as uvas, do processo de fabricação e de outros fatores. Essas qualidades -- chamadas propriedades organolépticas ou sensorialmente perceptíveis -- incidem sobre três sentidos: a visão, com as variações no tocante à cor, brilho, limpidez, transparência etc; o olfato, com o aroma e o buquê (aquele devido a características da videira ou da fermentação, este derivado do envelhecimento); e o paladar, que reúne propriedades como sensação de encorpadura do líquido, doçura, secura, rascância etc.
Os vinhos brancos, na verdade amarelados, são obtidos a partir de mosto que se faz fermentar sem a casca e as sementes das uvas, enquanto os tintos, de cor rubra, derivam da fermentação de mosto com a casca e as sementes. Os claretes, intermediários entre os dois anteriores, resultam de uma mescla de mosto branco e uvas vermelhas, com ou sem cascas e sementes, enquanto os rosados são obtidos pela mistura de mosto e uvas após breve maceração de casca e sementes, ou até sem essa maceração

 O Sommelier...
é o profissional especializado na arte do conhecimento
e harmonização dos vinhos. Em um bom restaurante, é ele que elabora a Carta de Vinhos, cuida da compra e armazenagem dos mesmos.